Revista Lapa Legal Rio
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
O mercado de revistas culturais acaba de ganhar um reforço de peso a Revista Lapa Legal Rio
A Zl Comunicação lança a Revista Lapa Legal Rio, no dia 7 de agosto para convidados e no dia 3 para o público. A publicação será mensal, dirigida ao público brasileiro, e tem como proposta registrar as manifestações culturais do bairro da Lapa e do centro do Rio onde se concentram, hoje, muitos dos melhores restaurantes e bares da cidade, além de galerias, museus, igrejas e construções históricas. Tudo isso perto do coração financeiro da cidade.
Com o início do projeto de revitalização da Zona Portuária, anunciado pela Prefeitura do Rio de Janeiro, Lapa Legal Rio será uma observadora atenta do processo de transformação do Centro da Cidade e, mais particularmente, dessa região que uma vez recuperada, se integrará ao bairro da Lapa como grande centro artístico, cultural e de lazer da Cidade Maravilhosa.
A Lapa Legal Rio será divulgada em toda a rede hoteleira da cidade, casas de câmbio, agências de viagem, aeroportos etc., como forma de atrair o turismo para as atividades na região. Isso sem falar nos empresários que atuam na área. Uma parte da tiragem será distribuída em bancas de jornal estrategicamente escolhidas no centro da cidade, zona sul e zona norte.
A revista terá agenda cultural, dica gastronômica, teatro, cinema, música, entrevista e personalidades que serão convidadas a escreverem sobre diversos temas.
O objetivo da Lapa Legal Rio é informar, além de divertir e divulgar a cultura brasileira.
O lançamento será na sede da agência digital AM4, no segundo andar da Fundição Progresso, na Lapa e o coquetel oferecido pelo Bar Urca.
sábado, 28 de julho de 2012
sexta-feira, 6 de julho de 2012
LANÇAMENTO DO LIVRO "VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES. DÊ UM BASTA!"
Lançamento do livro “Violência Contra Mulheres. Dê um Basta!”
O livro Violência Contra Mulheres. Dê um Basta! é um grito, um desabafo sobre as estatísticas referentes aos assassinatos, de mulheres brasileiras, tão banalizados no país. Uma crítica direta às políticas públicas e ao tratamento que é dado a esses crimes pela imprensa, cultivados nas páginas policiais dos jornais, quando deveriam ocupar lugar de destaque em cadernos de comportamento, saúde e sociedade. Segundo Jô Ramos, jornalista, fundadora do Movimento Defesa da Mulher e autora do livro: “A violência contra a mulher é uma violação aos direitos humanos e, como tal, merece ser tratada com mais visibilidade”.
No livro, encontramos endereços de todas as Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher e Casas Abrigo existentes no Brasil, numa tentativa de facilitar o acesso às denuncias de violência. Encontramos, também, um passo a passo de como proceder no caso de agressão, depoimentos de mulheres, entrevista com uma especialista em direitos da mulher, serviços e leis que protegem a vítima e, é claro, a história da Lei Maria da Penha, que mudou o cenário legislativo nacional e representa um avanço no que se refere aos direitos humanos, em especial, na proteção dos direitos das mulheres, mas que não inibiu o aumento dos assassinatos, estupros e agressões no país.
DIA: 24 de julho, às 19h, no Bar Cevada, Praça Serzedelo Correia 27, Loja A, Copacabana.
ZL Assessorias: 21 2256-6467 / 9968-8114
segunda-feira, 21 de maio de 2012
A LAPA VIRA BAIRRO - LEI SANCIONADA PELO PREFEITO EDUARDO PAES
Que a Lapa tem lugar de destaque no mapa da boemia carioca, ninguém discute. Mas o que pouca gente sabe é que, até agora, a região não tinha um lugar nas cartas geográficas da cidade, pois não passava de uma parte do Centro. A situação muda hoje, quando é publicada, no Diário Oficial, a lei sancionada pelo prefeito Eduardo Paes que torna a região independente. Agora, a Lapa é um bairro — de fato e de direito.
Na prática, pouca coisa (ou quase nada) muda. O ato tem um valor muito mais simbólico, já que se trata de uma área com características tão peculiares, argumenta o prefeito.
— As pessoas dizem que a Lapa renasceu. Mas, na verdade, eu acho que ela nunca esteve tão boa como hoje. É claro que ainda há uma série de problemas a serem resolvidos, mas esse é um processo gradual — diz Paes.
O desabamento parcial de um sobrado na Rua do Lavradio, na terça-feira, não deixa dúvidas: a região necessita de cuidados. Para resolver questões de segurança, limpeza e desordem urbana, que ainda deixam a desejar, o prefeito pretende implantar uma Unidade de Ordem Pública no bairro:
— É claro que a Lapa continuará com a sua característica de boemia e festa, mas tudo com ordem fica mais agradável.
Festa é o que não falta na Grande Lapa, que vai muito além da Avenida Mem de Sá e da Rua do Lavradio. O novo bairro começa na Rua André Cavalcanti (perto do Bairro de Fátima) e segue até a Glória, incluindo o Passeio Público e indo quase até a Praça Tiradentes.
Desde 2010, quando a Mem de Sá passou a ser fechada ao trânsito nas noites de sexta e sábado (entre 22h e 5h), o que era bom ficou ainda melhor, e o movimento cresce a passos largos. De um mês para o outro, abrem novos estabelecimentos — e fecham outros tantos.
— A nova Lapa fez aumentar os aluguéis de forma insustentável para uma galeria de arte com o perfil da nossa — lamenta Raimundo Rodriguez, sócio de A Caza Arte Contemporânea, que, depois de funcionar durantes 14 meses na Rua do Resende, foi obrigada a fechar as portas há 15 dias.
Para mapear a área em constante renovação, a equipe do Rio Show percorreu a Lapa e listou 101 bons motivos para bater perna por ali. Entre casas de show (que há tempos não são só mais do samba que ajudou a revitalizar não só a área, mas a música carioca), restaurantes, bares e lojas descoladas, destacamos lugares abertos há pouco tempo.
Entre elas, está o Só Kana, filial da tradicional casa de batidas da Tijuca, que abriu as portas no fim do ano passado num ponto cobiçado: o epicentro da muvuca, no início da Mem de Sá e de cara para os Arcos. O bar ocupa um casarão de três andares, mas as mesas mais concorridas são as que ficam ao ar livre, na calçada, de onde dá para comer e beber diante de um visual único.
Um pouco adiante, em frente ao Teatro Odisseia, desde fevereiro funciona o Catrin Gastropub, do casal Isabel Gouvêa e Renné Flores. Ela também é dona de um restaurante na Bahia; e ele, que é mexicano, tem um no seu país.
— O cardápio é prioritariamente mexicano, mas com uns toques da culinária baiana — explica Isabel, acrescentando que a carta de drinques, elaborada por Walter Garin (da escola de coquetelaria Shake-RJ), também mereceu atenção especial.
No palquinho montado no salão, rolam shows de música eletrônica, jazz, rock e blues. Pertinho dali, fica o La Esquina Teatro Bar. Funcionando em cima do Belmonte, na esquina (claro!) da Mem de Sá com a Lavradio, a casa foi aberta em janeiro no lugar do Lapinha. O espaço de 190 metros quadrados, com pé-direito alto e janelões, tem uma decoração que mistura elementos rústicos e modernos, um bar e um palco, onde, além de shows, haverá, em breve, peças. O menu no uruguaio Hernan Olguin traz pratos típicos de seu país, como champignons recheados com mozzarella de búfala e molho de shiitake com manjericão (R$ 25). A carta de drinques foi elaborada pelo barman Fabian Martinez, também uruguaio, e traz opções como o Amante Latino (vodca, abacaxi, hortelã, gengibre e água tônica, a R$ 16,90). A trilha sonora tem black music, rock e música eletrônica, sob o comando do DJ Leandro Ravaglia.
— A nossa ideia é criar um espaço que fuja do tradicional samba, chope e bolinho de bacalhau. Oferecemos opções de pratos e bebidas requintados, com um preço acessível ao frequentador do bairro — explica o gerente, Diego Speranza.
Boate com visual inspirado em Las Vegas
Quer outro exemplo da diversidade musical do bairro? Então visite a boate Tipsy, na Rua dos Inválidos, com visual inspirado em Las Vegas (!) e dois andares. O primeiro, ainda em obras, terá sushibar decorado com um megaaquário de carpas e pista de dança. No segundo, outra pista, com direito a camarotes.
— A nossa programação musical é bem variada. Vai desde o funk e eletrônico até o sertanejo — conta Christian Vieira, DJ residente da casa.
Se alguns fogem à tradição do samba, outros se agarram a ela — e com muito orgulho. É o caso do Sublime Relicário, que abriu em janeiro, na Gomes Freire, e é dos donos do extinto A Um Passo da Vila (em Vila Isabel), que era frequentado por figuras como Seu Jorge, Emílio Santiago, Beth Carvalho, Xande de Pilares, Fundo de Quintal e Mart’nália. Na decoração da nova casa, além de imagens do Rio, há fotos desses artistas tocando no antigo bar.
— A nossa casa em Vila Isabel era uma referência. Grandes artistas foram revelados lá. Agora, queremos continuar ajudando a revelar novos talentos. Por isso, abrimos espaço para jovens artistas — diz Ecy Airoldi, acrescentando que as segundas-feiras são dedicadas a artistas evangélicos.
O cardápio inclui pratos de massa e carnes. Um dos destaques é a cafta metida a besta, acompanhada de molho de hortelã e azeite (R$ 16). O bar tem cervejas, whiskys e vinhos importados, além de uma grande variedade de coquetéis.
Do outro lado do bairro, no limite com a Glória, outra boate faz barulho na noite. É a La Passion, na esquina das ruas Augusto Severo e Joaquim Silva. Com uma ampla estrutura, a casa conta com estacionamento próprio, sushi bar, uisqueria e tabacaria — além da pista de dança, claro.
— Nosso público é muito variado, e a trilha sonora vai de música eletrônica a black music. Uma novidade são as apresentações de stiletto, uma nova modalidade de dança, no terceiro andar — conta o gerente Damião Vieira de Souza.
Pertinho dali, um bar com toque de galeria de arte vem chamando a atenção de quem passa pela porta, na Rua da Lapa. O nome, Toca da Formiga, é uma referência à escultura gigante do inseto carregando um Fusca de verdade, que fica no meio do salão. A obra é de Márcio Barata e Cristina Moretti e, assim como todas as outras em exposição no local, está a venda. O preço: R$ 180 mil.
A programação é voltada para bossa nova, MPB e samba e jazz, em shows bem intimistas. O bar traz um cardápio com cervejas e uísques importados e nacionais. Já a cozinha, atualmente, é voltada exclusivamente para caldos, mas, em breve, a ideia é que seja ampliada.
— A Toca da Formiga é na verdade um ponto de cultura, em que a pessoa pode escutar boa música e apreciar obras de artistas plásticos variados — explica o dono do bar, Antônio Barros.
Sem medo de saturação, empresários continuam a investir na Lapa, que no mês que vem ganha mais duas casas bacanas. Uma delas é o Barzinho, sociedade de Rodrigo Penna (idealizador da festa Bailinho) e Fabio Battistella, sócio do Meza Bar e do Doiz, no Humaitá. Previsto para abrir dia 12 de junho, na Rua do Lavradio, terá shows, DJs convidados, espetáculos de stand-up comedy e esquetes teatrais.
— Colagens, cores, tipografia... O Barzinho traz muito do meu jeito de ver a arte e o mundo. Vou poder realizar muitas ideias que não cabiam no Bailinho. A casa será uma imensa colcha de referências minhas e do Fabio. Além de sermos amigos, somos da mesma geração — diz Penna.
O ambiente tem 350 metros quadrados, 12 metros de pé-direito e três andares. A cenografia, de Sergio Marimba, mescla imagens de santos com brinquedos antigos. Cartazes antigos de filmes e peças decoram as paredes, que também terão placas de acrílico coloridas.
A casa oferecerá drinques e cardápio assinado por Battistella, em parceira com a chef Fernanda Farte, com petiscos clássicos repaginados, como frango à passarinho, carne-seca, batata frita, croquete e escondidinhos e pastéis.
— O cardápio não é metido a besta, ao contrário, segue a linha popular, com ícones das mesas de bar da cidade, porém com opções que fogem do básico — conta Battistella.
Também em junho, o concorrido Enchendo Linguiça, do Grajaú, abre uma filial na esquina da Mem de Sá com a Inválidos. Instalado num casarão de três andares, o novo empreendimento dos irmãos Fernando Breschnik e Cláudio Toscano seguirá à risca a receita de sucesso da casa original, com embutidos caseiros e opções no cardápio como o tradicional joelho de porco à pururuca (R$ 49,90). Entre as opções do mar, novidades, como o bacalhão, um bolinho feito de bacalhau com camarão que não leva ovo ou farinha (R$ 4,20).
Outra casa que também está para inaugurar em breve — depois de anos de obras — é a Sarau, o primeiro sobrado do lado direito da Mem de Sá. Alvo de polêmica por ter aberto uma porta numa parede lateral que abrigava um grande painel de grafiteiros, a casa ainda não tem data de abertura definida. Procurados, os donos da casa preferiam não dar mais detalhes sobre o empreendimento.
Mais um endereço para reforçar o reinado da Lapa no mapa da boemia.
Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/agora-lei-boemia-da-lapa-esta-no-mapa-4934646#ixzz1vX72WzCF
quarta-feira, 16 de maio de 2012
MOVIMENTO DEFESA DA MULHER
Defesa da Mulher é um movimento de mulheres que pretende divulgar todo tipo de violência praticada contra mulheres no Brasil e lutar pela melhoria no atendimento nas Delegacias Especializadas e Casas Abrigo. O objetivo é contribuir para aprofundar o debate sobre a violência, aborto, direitos e lutas das mulheres.
Contatos: Jô A. Ramos
Tels: 21 9968-8114
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